Janeiro Branco: o Brasil lidera o ranking da ansiedade
- Sommerfeld Soluções em Gestão de Pessoas

- 7 de jan.
- 2 min de leitura
Atualizado: 7 de jan.

O que as empresas precisam fazer diante disso?
O Brasil aparece no topo de um ranking nada desejável: o da ansiedade.
Em praticamente todos os estudos globais mais respeitados, o país figura entre os primeiros colocados em prevalência de transtornos de ansiedade. Esse dado vai muito além da saúde individual. Ele impacta diretamente o ambiente corporativo, a produtividade, a liderança e os resultados das empresas.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 9% a 10% da população brasileira convive com algum transtorno de ansiedade. O estudo Global Burden of Disease (GBD) reforça esse cenário ao mostrar que a ansiedade está entre as principais causas de anos vividos com incapacidade no Brasil.
Por que o Brasil lidera esse ranking?
Alguns fatores ajudam a explicar:
Instabilidade econômica recorrente
Violência urbana e insegurança
Excesso de informação e hiperconectividade
Cultura da urgência e da hiperprodutividade
Baixo acesso a cuidados contínuos em saúde mental
Dificuldade histórica de lidar emocionalmente com frustrações
Esses mesmos fatores estão presentes, diariamente, dentro das empresas.
O impacto da ansiedade no ambiente corporativo
A ansiedade raramente se apresenta de forma explícita.Ela surge como:
queda de produtividade
dificuldade de tomada de decisão
conflitos interpessoais
esgotamento emocional
líderes sobrecarregados
aumento do absenteísmo
Empresas não adoecem pessoas, mas ambientes que não desenvolvem competências emocionais ampliam o adoecimento.
Janeiro Branco é sobre ação, não só conscientização
Falar sobre saúde mental é importante.Mas desenvolver Inteligência Emocional na prática é o que gera mudança real.
Treinar inteligência emocional nas empresas significa:
líderes mais preparados para lidar com pressão e mudanças
equipes mais resilientes e colaborativas
comunicação mais clara e assertiva
decisões menos reativas e mais conscientes
resultados sustentáveis no médio e longo prazo
Inteligência emocional deixou de ser um diferencial.
Hoje, é uma competência estratégica.
O papel das empresas nesse cenário
Empresas que investem em Inteligência Emocional cuidam simultaneamente de pessoas e resultados.
Janeiro Branco é o convite.
A responsabilidade é contínua.
Sua empresa está preparada para lidar com pressão, mudanças e emoções ou ainda espera que cada colaborador resolva isso sozinho?
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